Ainda muito jovem transferiu-se para o Centro-Oeste, mais precisamente
para o Distrito Federal, onde conviveu com a viola caipira, através
de violeiros da região, ouvindo todos os tipos de música, inclusive
participando de bandas que executavam variedades musicais, mas
prevaleceu suas raízes que é o interior e a nossa verdadeira música
caipira, concluindo assim o ciclo de sua formação cultural.
E
esse “hibridismo cultural” (influências do Nordeste e Centro Oeste)
lhe capacita para produzir um trabalho diferente, com sons mais
suaves, apesar da viola ser um instrumento extremamente agudo,
versando com muita propriedade, sobre temas inerentes ao dia-a-dia
do caboclo (caipira brasileiro).
Por
não viver exclusivamente da viola é que demorou a lançar seu primeiro
CD, mas vale a pena dar uma espiadinha em seu trabalho.