 |
 |
 |
|
|
|
|
Com uma assenção muito rápida, na região onde vive, consta em
seu currículo shows para Servidores de conceituados Órgãos Públicos
da Capital Federal, para Universitários, em Teatros, Casas de
Shows, etc. Talvez o segredo esteja em um trabalho (inédito) voltado
para o resgate das raízes de nosso povo, não um trabalho de pesquisa,
mas que mostra, na prática, letras e ritmos de canções recheadas
da verdadeira cultura caipira. Seus versos nos transportam para
o mais longíquo interior. Ele acha que, “pra ser caipira, não
basta usar um chapéu, calçar uma botina e pontear uma viola, ...
é preciso sentir a emoção do canto do bem-ti-vi, do sabiá e não
passar despercebido quando um juriti voa”. É!!!
Autodidata, como tantos outros, é dono
de uma grande habilidade na arte de tocar viola e acredita que “pra
aprender a tocar viola não há tanta necessidade de professor, nem
pactos, ou coisas parecidas: é muito fácil, bastam três coisinhas
básicas: Persistência, Dom (que só Deus dá) e possuir uma Viola,
é claro.”
|
|
 |